tuga

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Uma semana tinha se passado desde da última conversa entre Danielle e Rafer. Ele não a tinha procurado desde então. Danielle ficou furiosa por se sentir rejeitada daquele jeito.
“Grande filho da puta! Quem ele pensa que ele é? Se pensa que me submeterei eternamente aos seus demandos, tá muito enganado! Esse cretino faz de mim sua puta depravada, me deixa toda dolorida que nem penso em trepar com meu marido... e agora me trata assim? Ele vai ver só quando Carlos entrar na firma! Vai ver só!”
Então o telefone toca e coincidentemente Rafer entra na saleta. Danielle se surpreende engolindo um seco. No fundo ela sente alegria, mas demonstra contrariedade encarando Rafer por baixo das sobrancelhas.
- Ah, já acabou? E foi bem? O quê? Já começa amanhã! Que bom, que bom! Vou demorar um pouquinho, mas já tô indo pra casa. Um beijo.
A bela esposinha do corno Carlos se levanta sem olhar pro Rafer, arrumando suas coisas dentro da bolsa. Pega um pente e passa pelos cabelos, ainda ignorando Rafer.
- Meu bem, o que há com voce? Não está alegre pela admissão de Carlos aqui na empresa? Num era isso que voce queria?
Danielle vai em direção a porta sem responder a Rafer. Este se levanta e a agarra pelo braço. Ele a faz ficar frente a frente olhando-a interrogativamente.
- Durante a semana inteira voce não apareceu aqui. Já não basta de me abusar como uma puta devassa, ejaculando em minha boca... em meu cusinho! E agora tem que me humilhar também, me desprezando desse jeito? Me larga, seu velho nojento!
- Eu estava viajando. Acabei de chegar do aeroporto e vim direto te ver!
Danielle se sentiu flutuar. Ela não admitia mas a felicidade aquecia seu corpo. Seus olhos marejaram de emoção.
Por um breve segundo ela deu um belo sorriso.
Depois, ficou séria, fechando os olhos jogou a cabeça pra trás. Em seguida, quando voltou a posição normal, beijou os lábios do amante ardorosamente.
Em segundos, ela estava semideitada em cima da mesa com a saia levantada além da cinturinha, os bojudos seios fora do sutiã. A calcinha em pedaços estava enrolada em volta de um dos tornozelos.
- Não! Não me beija a xaninha...eu, eu estou... estou toda... suada! Passei... passei o dia... o dia inteiro... aqui... sem... sem me lavar!
- Pouco me importa!
A infiel esposinha solta um longo murmúrio, sentindo o enorme prazer da cabeça de Rafer entre suas coxas, beijando sua xota com avidez como se tivesse lhe beijando a boca. Não satisfeito, Rafer passa as mãos por trás dos joelhos dela, empurrando as coxas mais pra cima, deixando assim as rosadas preguinhas acessíveis a sua boca gulosa. Danielle passa a soluçar descontroladamente. E pede.
- Me come! Me come seu safado! Me come agora, já!
Rafer tem o rosto brilhando devido aos sumos de Danielle quando se levanta e se coloca entre as coxas dela. Enquanto a estava chupando ele já começara a se masturbar, assim sua enorme rola estava pronta quando afastou os rosados grande lábios vaginas e a penetrou suavemente com uma esperada resistênciazinha.
Ela estava apoiada nos cotovelos e respondeu ao beijo que Rafer lhe deu. Sua línguas se contorciam, ora na boca de um ora na do outro.
Desfazendo o beijo, Danielle comenta arfando.
- Meu deus! Como... sou fedorenta! Toda tua cara fede a minha xota suada, velho safado!
- Nada em voce fede, nada mesmo! O sabor de teu cusinho estava uma delicia!
- Então... mete nele, mete! Me enraba, seu cachorro! Come... me come... o cusinho, seu chupador de xereca melequenta!
Danielle desabou de seu apoio dos cotovelos, ficando inteiramente deitada em cima da mesa, na posição de frango-assado quando sentiu a rombuda glande avermelhada lhe dilatando o anelzinho rosado. A resistência foi um pouco mais dessa vez, mas a torona continuou a invasão, indo e vindo de vez em quando, até se enterrar totalmente no anus da bela e safada esposinha.
Quem olhasse por baixo da mesa veria em sua extremidade duas grandes bolonas e outras duas bem menores roçando no meio delas.
Rafer não se agüentando mais, ejacula que nem um vulcão dentro do cusinho da esposinha de Carlos.
Danielle lhe abafa o urro com um beijo e nem escuta quando a porta do pequeno escritório se abre aparecendo seu marido e sua mãe Ingride.
- Meu deus! Que é isso, minha filha?
Carlos parece hipnotizado e não consegue se expressar. Até a cor de seu rosto desapareceu. Ingride é a única que parece lúcida dos quatro. Ela se aproxima da filha e de Rafer ainda engatados e o puxa com um safanão pro lado.
Ele cai desnorteado numa cadeira ainda sem saber o que está acontecendo.
Danielle, parecendo embriagada, se apóia num dos cotovelos e começa a perceber o que aconteceu. Ela vê que Carlos está estático no umbral da porta aberta.
- Entra Carlos! E fecha a porra desta porta!
- Que isso, Dani? Olha o que voce está fazendo na frente de seu marido! Que falta de respeito! E que sem-vergonhice mais escrachada! Voce merece isso!
E Ingride aplica uma tapa no rosto ruborizado da filha. Depois se vira e se depara com o surpreendido Rafer e sua imensa rola ainda endurecida derramando o caldo dele e de Danielle pela coluna abaixo.
Ela pisca os belos olhos azuis algumas vezes e desvia o olhar daquilo que ela mais deseja no momento. Ela volta a virar-se pra filha e lhe ordena.
- Vamos, vamos! Se vista! Vamos resolver isso lá em casa, longe desse desvirtuador de mulheres casadas!
- Um momento, mãe! Vamos deixar de hipocrisias! Eu vi voce e o Carlinhos fudendo! O Carlinhos aqui, meu maridinho por sinal, estava sendo chupado por minha mãezinha aqui, dona Ingá! Quer enganar quem, minha mãe! Eu trai Carlinhos com um estranho. Voce me traiu com o meu marido e dentro de nossa casa!
Por uns constrangedores segundos todos ficaram calados. Danielle saiu de cima da mesa e se arrumou o melhor que pode. O mesmo fez Rafer. Mas foi ele quem quebrou o silencio.
- Devido as circunstancias e as revelações acho que não há nada a fazer. Devemos permanecer como estamos e mantermos nosso segredo entre nós. Não vou abrir mão da Danielle, exceto se ela quiser me deixar. Quanto a voce Carlos, aceite a condição de corno porque também voce está corneando sua esposinha. E voce, dona Ingride, ou posso chamá-la de Ingá? Que bela safada voce me saiu!
Sem expressarem uma palavra, Ingride, Danielle e Carlos concordaram com seus silêncios. Um pouco mais desinibida e mais a vontade que os outros dois, Ingride levantou o queixo e olhando Rafer de cima pra baixo, disse.
- Espero que “a bela safada que me sai” tenha sido um elogio. Concordo com o exposto que voce fez. O Carlos também. Só que ele não vai trabalhar aqui. Cedo ou tarde vão saber de voce e minha filha e o meu amante ficará na pior com a pecha de corno. Sugiro que voce dê sua palavra de honra que aumentará o salário da Dani vinte vezes mais e que será depositada em minha conta. Carlinhos continuará desempregado. Concorda?
- Perfeito! Voce é uma bela dama.
- Então sairemos para comemorar. Dani, voce fica aqui com o Rafer.
Venha nos apanhar as nove, Sr. Rafer.
O maitre ajeitou primeiro a cadeira da que parecia mais jovem e seu marido sentou ao lado. O grisalho cavalheiro, finamente vestido, sentou-se ao lado da bela mulher que parecia ser a irmã mais velha.
Durante todo o jantar, a esposa do casal mais jovem conversava animadamente com o casal mais velho. O marido jovem parecia meio constrangido, mas ao final já exibia alguns sorrisos.
Foram os quatro a uma casa de show e dançaram cada um com seu par.
- Voce é maravilhosa, Ingá! Por que não te conheci antes? Que bunda que vocês duas têm! Me dá um beijo, dá!
- Eles podem nos ver, seu calhorda! É verdade que voce sempre sodomiza a Dani? E ela gosta?
- Sim, ela se encanta em ser sodomizada. E voce? Gosta de dar o cusinho também?
- Que palavras! Voce está diante de uma bela dama, se lembra? Não, quero dizer, nunca fui sodomizada por um homem. Mas tecnicamente já fui deflorada de dentro pra fora! Um depravado colocou um penis-consolo em meu anus e o inflou até ficar com o diâmetro de uma latinha de cerveja. E depois o tirou. É uma longa história... conto algum dia! Meu deus, que isso? Isso tudo é teu... teu pau?
- Voce me enebria, Ingá! Vamos sair daqui! Quero pelo menos ver teu corpo nu esta noite!
- Não, não e não! Voce não vai cornear o Carlinhos duas vezes!
- Ao menos deixa eu ver tua bund... quero dizer, tuas nádegas minha bela dama!
- Se comporta, safado! Vamos manter o combinado. Peço que voce considere que eu sou a mulher do Carlinhos agora e que respeite isso. E que sejamos amigos muito próximos para trocarmos intimidades, tá bem?
Os quatro foram para a cobertura triplex de Rafer. Já dentro do elevador, Danielle foi puxada por Rafer para si. Carlos fez cara de bravo. Mas a bela Ingride o abraçou e passou os braços em volta de seu pescoço. Carlos não exitou e a beijou apaixonadamente.
Numa das suítes do segundo andar, Danielle e Rafer se despediram de Carlos e Ingride e subiram para o terceiro andar.
Danielle excitadíssima quis retribuir tudo que Rafer lhe fez lá no escritório. Ela mamou no imenso tarugo até ele gozar feito um cavalo. Os lábios e o queixo brilhavam da farta gosma esbranquiçada que caia e se acumulava em cima dos seios dela.
Com Rafer deitado de costas, Danielle o cavalgou até ela se sentir completamente esgotada de tanto gozar pelo cusinho preenchido com rolona dele.
Meia hora depois, Danielle ouve um leve bater na porta. Ela olha pra Rafer como perguntando o que fazer. Em seguida se levanta e rebolativamente se dirige à porta. Ingride aparece do outro lado vestindo somente uma transparente camisola e scarpins.
- Dani querida, deixa eu dar uma palavrinha com Rafer e... faz uma visitinha pro teu maridinho... por favor.
- Mãe! Parece que voce se descobriu um pouco tarde, mas com certeza eu puxei a voce... em safadeza! Está bem, vou ver o Carlinhos. Mas não espera muito da Rafer, pois eu acabei com ele. Nos vemos amanhã no café, ok?
O que vai acontecer entre Ingá e Rafer será contado posteriormente. Agora acompanharemos Danielle já entrando na suíte onde seu marido parece estar dormindo.
- Oh, é voce Dani? Achei que voce não me amava mais!
- Amo sim e muito. Ainda mais que voce compreendeu a situação. Voce pode ter certeza que só me tornei amante daquele crápula devido ao meu emprego e porque pensei que estávamos sem pagar as contas. Por enquanto ele vai dar aquela grana pra mamãe e estaremos bem. Huuumm, voce está molinho! Voce não quer me comer?
- É que... que isso tudo que aconteceu... me deixou brocha. A Ingá até que tentou...
- Voce quer que eu conte o que Rafer faz comigo?
- Huuum... sim, quero dizer, se voce quiser.
- Voce quer que eu fantasie ou conte a verdade?
- Conte a verdade!
Dani e o marido notam que o pau dele endureceu. Ela passa a acariciar a base do tronco e as bolas. Pouco a pouco vai chegando com a cabeça até perto da glande e murmura.
- Por que voce não pergunta o que ele manda eu fazer?
- Aaaaah, sim, sim... que gostoso! Que gostoso! Voce faz assim nele?
Dani balança a cabeça afirmativamente, engolfando com a boca quase metade do penis do marido.
-Aaah... voce não era... assim, Dani!
E todo feliz, o corninho Carlos logo gozou.

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